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Amigos são anjos que levantam nossos pés quando nossas próprias asas se esquecem de voar...

domingo, 11 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

A lenda do papagaio Crá-crá

Trata-se de uma lenda de origem indígena – tupi – e, a medida que foi sendo contada, acabou incorporada e transformada pelo povo, circulando, depois, pelo Brasil todo. Esse modo de contar, a linguagem presente nessa versão da lenda, é mais típico da região sul e sudeste do país.

Conta a lenda que, antigamente, morava em um vilarejo um menino muito guloso.Tudo que via, queria comer, e a gula era tanta, a pressa de comer era tamanha, que ele tinha costume de engolir a comida sem mastigá-la.

Uma vez sua mãe encontrou frutos de batoí e assou-os na cinza.

O filho, sem querer esperar, comeu todos os frutos, tirando-os diretamente do fogo e, como sempre, engoliu-os sem pestanejar.

Os frutos de batoí são cuja polpa viçosa se mantém quentíssima por muito tempo. Comendo-os tão quentes, sapecaram-lhe a garganta, de forma que doía muito e queimavam-lhe o estômago.

O menino, tentando vomitar os frutos comidos, começou a fazer força para expulsá-los. Arranhava a garganta grunhindo crá-crá-crá! Mas os frutos não saiam...e entalaram na garganta,sufocando-o.

No mesmo momento, cresceram-lhe as asas e as penas e ele tornou-se um papagaio. Voou pra longe.

Até hoje pode-se ouvi-lo vagando pelas matas do lugar, voando e gritando”crá-crá-crá”!

Irene Machado. Literatura e redação. São Paulo (SP): 1994, PP. 105-106, Editora Scipuione

Fonte: Ler e Escrever 4ª série

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Hino à Suzano

Letra e Música: José de Gouvêa

Desperta Cidade das Flores
que almeja um porvir triunfal;
bandeira de todas as cores
no peito um só ideal.

Sentindo na alma o valor
do bem que o progresso nos traz
somos seus filhos felizes
lutamos em busca da paz

Avante! Avante Suzano!
Para um futuro de glória.
Avante! Avante Suzano!
Para o florir da vitória

De vários lugares da Terra
vieram imigrantes formar
potência ditosa que encerra
a grande paz de um altar

Trouxeram nas mãos uma flor,
trouxeram indústrias também,
hoje a Cidade progresso
se orgulha dos filhos que tem

Avante! Avante Suzano!
Para um futuro de glória.
Avante! Avante Suzano!
Para o florir da vitória.

Bandeira e Brasão de Suzano

A Bandeira de Suzano
De autoria do heraldista ARCINOS ANTONIO PEIXOTO DE FARIA, é terciada em faixa, sendo as faixas laterais vermelhas e a do centro branca carregada de sobre faixa azul, que parte dos vértices de um triângulo isósceles branco, firmado na tralha, onde o brasão municipal é aplicado. Foi instituída pela Lei n º 1314, de 18 de dezembro de 1972.

Brasão de Armas do Município
O município instituiu seu primeiro Brasão de Armas conforme Lei nº 1.314, de 18 de Dezembro de 1.972, de autoria do heraldista Prof. Arcinos Antônio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica com a seguinte interpretação simbólica :
a) o escuro sanítico, usado para representar o Brasão de Armas de Suzano, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, herdado pela heráldica brasileira como evocativo da raça colonizadora e principal formadora da nossa nacionalidade;
b) A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões do domínio que, sendo de argente (prata), de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na Segunda grandeza, ou seja, sede de Comarca;
c) Atendendo as condições da evolução histórica da cidade, a representação iconográfica das peças móveis do campo do escudo perenizam as armarias dos "Brandões", lembrando a figura do Engº Joaquim Augusto Brandão que, por ter incluído nos planos da Estrada de Ferro Central do Brasil a construção de uma estação no Guaió, como era denominado o atual topônimo "Suzano", um dos prenomes do ilustre cidadão;
d) A cor bláu (azul) do campo do escudo simboliza em heráldica a justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade;
e) A águia heráldica é símbolo do poder, da vitória do império, da prosperidade, simboliza também a benignidade, generosidade e liberalidade, porque essa ave, apesar de feroz, faz partícipes de sua presa as aves menores, e também porque não procura vingar-se de animais inferiores. Usavam os persas os egípcios e romanos nos seus estandartes desfraldados que pressagiavam a vitória; aqui simboliza poder e arrojo para cometimento, de grandes empresas;
f) O metal argente (prata) em que a águia é representada, é hieróglifo heráldico de paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza e religiosidade; a palavra "Brandão" é o nome heráldico da tocha ou archote, é o símbolo de ciência, amor e ardor patriótico, sendo o emblema da luz, conhecimento, saber, nas armarias da família Brandão constam os quatro brandões acantanados a águia permanecendo a mesma disposição no brasão de Suzano, conforme justificado;
g) Em Chefe (parte superior do escudo) de argente (prata) o capacete romano de góles (vermelho), brocantes sobre setas de sable (preto) é o símbolo de São Sebastião, padroeiro da cidade, lembrando no brasão o espírito cristão de seu povo;
h) Como apoios do escudo, a dextra e sinistra, as chaminés de góles (vermelho) e as engrenagens de argente (prata) representam as indústrias florescentes do Município;
i) A cor góles (vermelho) é símbolo de dedicação, amor pátrio, audácia, intrepidez, coragem, valentia;
j) No listel de bláu (azul) em letras argentinas (prateadas), inscreve-se o topônimo identificador "Suzano" ladeado pelos milésimos "1.919" de sua fundação e "1.949" de sua emancipação política.

Resumo histórico de Suzano

--> O Centro Católico ficava na esquina da R. Gal. Francisco Glicério com a Rua Dr. Felício de Camargo. Lá funcionou a Secretaria da Promoção Social até os anos 90. O prédio foi demolido, hoje no local há um enorme prédio comercial.

Templo budista

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A foto é da época que estavam construindo a torre da Igreja São Sebastião de Suzano

Matriz de São sebastião que fica na Praça João Pessoa


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A história de Suzano teve início em meados de 1660, com a construção de uma capela na área conhecida hoje como Baruel. Em pouco tempo formou-se um povoado, que anos mais tarde se tornaria um município. Ao longo da história, elementos como a estrada de ferro e a participação de famílias tradicionais foram de fundamental importância para o desenvolvimento local. Sem esquecer também da natureza, que presenteou os suzanenses com áreas ricas em fauna e flora, como é o caso do Santuário Ecológico Miraporanga.

Após disputas acirradas entre índios Pés Largos e os Guaianases, nativos dessa área, o Frei Salvador Baruel deu início à construção de uma capela. Tendo em vista que a edificação apaziguou os ânimos dos indígenas e atraiu novos moradores, que viram ali possibilidades maiores de desenvolvimento, o padre Antônio Souza e Oliveira reconstruiu o santuário em 1750 e deu a ele o nome de Nossa Senhora da Piedade de Taiaçupeba. 135 anos mais tarde, a capela foi transformada em igreja.

Em pouco tempo, a área passou a ser conhecida como Baruel - nome escolhido pela presença da família Barweel, que chegou a Suzano no século XVI. Desde então o bairro se expandiu e cativou novos moradores. Em 1895 a igreja ruiu por conta de uma forte chuva e somente com a chegada da família Bianchi foi reconstruída.

FERROVIA A modernização de Suzano teve um grande salto em 1875, quando a via férrea foi construída por fazendeiros do Vale do Paraíba, visando principalmente o transporte do café. A estrada cortava Suzano e foi uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento da área, que a partir dos trilhos registrou um número bem maior de visitantes. Logo, Suzano era bem conhecida e ganhava força no setor industrial, reforçado pelas vantagens do transporte mais eficaz e rápido dos trens.

Apenas em 1869 a estação de trens foi oficialmente construída - a estrutura atual não foge do padrão do passado, tanto que muitas casas em estilo colonial ainda são utilizadas pelos próprios funcionários da CPTM. Em contrapartida, a rotina calma da estação ficou no passado. Com cerca de 18 mil usuários passando diariamente pela estação atualmente, o corre-corre e a agitação fazem parte do dia-a-dia nos trilhos.

Conhecida como Estrada de Ferro do Norte ou São Paulo-Rio, foi aberta para o transporte de passageiros apenas em 1875. Na época, o local era conhecido como Guayó, mas anos mais tarde o nome foi alterado para Suzano em homenagem ao engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão, que morava na central ferroviária. No ano de 1992, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) passou a controlar a linha - que interliga a Luz à estação Estudantes (Linha E), em Mogi das Cruzes.

MATRIZ A Igreja Matriz de Suzano, Paróquia São Sebastião, foi fundada em 1897. A construção começou com uma pequena capela em chão de terra batida e iluminação fraca no entorno. Quase 110 anos depois, a igreja apresenta uma estrutura moderna, rodeada por uma praça arborizada, comércio com forte movimento e trânsito intenso.

Os responsáveis pela obra foram os irmãos Thomé e Antônio Marques Figueira, que fundaram uma pequena capela que deveria servir apenas à família Figueira - porém, anos mais tarde, a pedido de Thadeu José de Moraes, fundador do Diário de Suzano, passou a ser a Igreja Matriz de Suzano. O povoado naquele período era conhecido como Vila da Piedade. Contudo, a realização da primeira missa em homenagem a São Sebastião deu ao vilarejo o nome de São Sebastião do Guaió.

RAFFO Muitas famílias de origem italiana, portuguesa e japonesa serviram como base para a criação de alguns bairros e indústrias importantes na história de Suzano. Os Raffo foram uma delas. O italiano Giovanni Battista Raffo veio para Suzano em 1915. Para não perder os laços com sua terra natal, deu início à fabricação de vinho no porão da sua casa, um sobrado na Rodovia índio Tibiriçá, altura do número 4600.

Anos mais tarde, em 1962, ampliou a empresa e deu a ela o nome de Viti Vinícola Irmãos Raffo Ltda., ou melhor, Indústria de Bebidas Irmãos Raffo Ltda. Além de oferecer empregos em larga escala, Raffo se preocupava com o bem-estar das pessoas no entorno. Isso atraiu a atenção de muitas pessoas que se mudaram para aquela região (Tabamarajoara) e que posteriormente começaram a chamar o local de bairro do Raffo. Atualmente a fábrica não está mais ativa, mas a família ainda utiliza o sobrado e também a capela, que esporadicamente é sede de algumas missas.

ROMANATO Seguindo a linha de famílias tradicionais que contribuíram para o crescimento de Suzano e também para toda a sua estruturação, os Romanato não podem ser deixados de lado, bem como os Maluf, que seqüencialmente contribuíram para a formação de bairros como a Vila Maluf e o Parque Maria Helena. Jorge Bey Maluf construiu a Tinturaria e Estamparia de Tecidos Suzano. Contudo, em 1957 a vendeu para a família Romanato - ainda assim, foi homenageado e teve seu nome colocado no bairro Vila Maluf. A fábrica está desativada atualmente.

LAR DAS FLORES A Assistência e Promoção Social Exército de Salvação (Aproses) Lar das Flores foi incorporada pelo Exército da Salvação em 1945. Entretanto, vários trabalhos sociais envolvendo crianças e adolescentes já eram desenvolvidos em meados de 1909 pelos missionários americanos Carl William Cooper e Sara Chambers Cooper.

O ambiente foi criado para servir de orfanato e acolher menores em situação de risco, mas um detalhe mudou muito a concepção: a presença da família. Na verdade, os jovens eram encaminhados para o lar, onde se instalavam em uma das quatro casas-lares - lá, viviam normalmente com no máximo dez crianças e uma mãe social. Assim, tinham contato com uma rotina familiar comum. A estrutura comporta as necessidades dos internos, que contam com um Núcleo de Desenvolvimento Infantil (Nudi) que atende 160 crianças.

TERAZAKI A colônia japonesa contribuiu muito para a cultura de Suzano. Um dos maiores exemplos disso é a Academia Terazaki. O Centro de Instrução de Judô começou a ser construído no ano de 1937 por Tokuzo Terazaki, que idealizava expandir os ensinamentos do judô. Sua conclusão deu-se em 1952. A academia é uma réplica do primeiro templo de judô do Japão, o Kodokan. Muito espaçoso, chama a atenção principalmente pela foto de seu fundador, que pode ser vista ao fundo do amplo tatame. Muitas peças da decoração vieram do Japão e resistem bravamente à ação do tempo.

Muitas crianças carentes encontraram no Terazaki a oportunidade de ter contato com um esporte. Em termos estruturais, o prédio continua intacto, não passou por nenhuma modificação. Por outro lado, alguns reparos são necessários para que o local não se descaracterize, e também para que os freqüentadores permaneçam no local em segurança.

TEMPLO BUDISTA Outra participação importante dos japoneses em Suzano é apontada pela grande quantidade de templos budistas no município. Um deles, mantido pela Associação Paulista de Igrejas Budistas Nambei Shingonshu Daigozam Jomyoji, apresenta uma estrutura grandiosa e rica em detalhes. Imagens e construções cheias de significado estão espalhadas por todos os espaços.

Muitos suzanenses desconhecem o templo do Casa Branca, porém, a igreja completará 40 anos no mês de outubro. Responsável por manter vivo o Budismo, o templo conta com elementos importantes para os orientais e curiosos para aqueles que não conhecem bem a religião. Grandes Guardiões, conhecidos como “nioos”, bem como um Buda chamado Fudoomyo, que carrega uma espada e uma corda nas mãos - representando o bem e o mal - , chamam a atenção dos visitantes.

MIRAPORANGA Reconhecido como o maior jardim botânico particular do Brasil, o Instituto Miraporanga contribui para que Suzano seja conhecida como a “Cidade das Flores”. O projeto, que inicialmente não passava da vontade de um apaixonado por plantas de reunir uma grande quantidade de espécies, atingiu proporções gigantescas e hoje resulta na união de sete sítios, em mais de um milhão de metros quadrados.

Fundada há pelo menos 50 anos, a área concentra cavernas, fontes e olhos d’água, 1,5 mil tipos de bromélias e animais raros. Muitas reformas estão sendo planejadas e foram colocadas em prática. Piscinas naturais, melhorias das trilhas e placas de identificação também fazem parte dos projetos em andamento para tornar Miraporanga um local mais didático e completo.
Aberta à visitação pública desde o ano passado, a reserva oferece lazer e contato com a natureza, além de caminhadas, visitas a cavernas, piscinas, pesqueiro e uma feira artesanal, voltada para o material produzido pela comunidade local. Assim, a vizinhança pode trabalhar, mantendo-se próxima às suas casas e gerando sua própria renda.

Suzano traz na sua história elementos que enriquecem mais ainda o trajeto percorrido até esses 57 anos de emancipação. Por outro lado, mesmo quando ainda pertencia a Mogi das Cruzes, dava indícios de crescimento. Em todos aspectos Suzano é muito completa e com um inquestionável sentimento de progresso.

Desde a criação de fábricas, até o desenvolvimento trazido por elas. A colaboração das inúmeras famílias tradicionais, que habitaram Suzano no passado e que permanecem representadas por seus descendentes, bem como a natureza que contribuiu com belas áreas de verde foram os ingredientes usados para Suzano ser o que é hoje.

Fonte: Diário de Suzano 24/04/2006 - Aline Nascimento

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Segurando ma mão de Deus

se as tempestades chegarem
e as forças lhe faltarem,
você poderá vencer todo mal
segurando na mão...
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  ))     .'
  //    /
      / DE DEUS

Se o seu castelo de sonhos desabar
e a impossibilidade chegar,
há ainda uma saída para você
segurando na mão ...
       _.-/`)
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  //    /
      / DE DEUS

Se você sentir falta de paz e amor
e não suportar mais o vazio e a dor,
você poderá ter uma vida feliz
segurando na mão ...
       _.-/`)
      // / / )
   .= // / / / )
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  //    /
      / DE DEUS
Você não se tornará infalível,
mas pela fé tudo será possível
e os seus sonhos se realizarão
segurando na mão de DEUS
beijos no coração fica na paz
bom fim de semana com JESUS